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“Eu sonho com um mundo com Deus”, revela Luan Santana em entrevista

sooLuan Santana é a atração principal do São João da Capital, em Teresina/PI. O cantor sobe ao palco do Theresina Hall no próximo dia 11 e promete surpreender os fãs da capital piauiense com sua nova turnê, A Caixa, que chega pela primeira vez à cidade.

Com exclusividade ao site O Que Que Há?, o sertanejo revela detalhes do seu novo show e garante que os fãs de Teresina podem esperar por muitas surpresas durante a apresentação.

Ainda na entrevista, Luan abriu o jogo sobre a solidão da estrada, revelou o sonho de viver em um mundo de paz e confessou qual outro famoso gostaria de ser.

Confira a entrevista completa:

Por que você escolheu seguir carreira musical e no sertanejo? Teve algum acontecimento pessoal que o induziu a seguir este caminho?

Nasci em Campo Grande, numa terra onde a moda de viola é canção de ninar (rsrs). Cresci ouvindo Zezé Di Camargo e Luciano. Aos três anos de idade, ganhei um violão e comecei a tocar. A primeira música que cantei foi “Muda de Vida”, que é da dupla. Não existe indução para vocação. Creio que tudo acontece naturalmente e porque você têm parâmetros para tudo o que capta do mundo exterior.

O que é mais difícil na sua carreira? E o que é mais gratificante?

Gratificante é o reconhecimento do público sem sombra de dúvidas. E o difícil? Bem, um pouco a solidão. Para ser sincero, estou sempre rodeado de amigos, de família, de público…  Mas, momento de solidão, pode ter certeza, todo mundo tem. A rotina é puxada, muitos shows, compromissos… Cada hora estou num lugar, cruzando os ares, as estradas, em hotéis diferentes; aliás, a pior solidão é aquela do quarto de hotel. Você sai do meio de uma multidão, de uma adrenalina fora de série, que é mexer com emoção, de lidar com a troca de energia entre você e o seu público e, de repente, se depara entre quatro paredes. Entre quatro paredes de um canto que não é seu. Não é a sua casa, não é o seu lugar, não tem o seu jeito… Sabe aquela história? O preço da fama! A fama não tem preço. Tem valor. O valor da conquista tem os seus prós e contras, como todo trabalho. E isso é bom, é resultado de uma carreira reconhecida. Claro que tem dia em que tenho necessidade de me isolar ou de ficar um pouco distante de tudo o que cerca esta agitada vida. É aí que busco as férias e vou curtir pescaria com a família, praia, viajar…

O que podemos esperar do show em Teresina?

Muitas surpresas. É o show interativo, em que o público participa mais. Só vendo para entender. Vai ter uma grua, em que num determinado momento eu canto e vou ficando mais perto do público, a grua se movimenta, levanta e chega a ir até o meio da plateia. O repertorio traz grandes hits e faz uma viagem no tempo, no início de minha carreira. Tem também uma versão eletrônica de “Chuva de arroz”.

Qual o grande diferencial entre a turnê “A Caixa” e as anteriores?

O cenário. O palco é totalmente diferente, a frente dele é redonda e atrás tem a “Caixa”, em que alguns fãs participam interativamente do show, assistindo a apresentação do palco.

Qual das suas músicas mais marcou a sua trajetória? Por quê?

“Falando Sério”, que foi a primeira que gravei. “Meteoro” que me lançou nacionalmente. E “O nosso tempo é hoje”, que fez parte de um DVD que marcou o início de uma fase mais madura. Tem ainda todas as músicas do “Acústico”, DVD passado, que firmou este amadurecimento.

Qual a sua música preferida? 

“Muda de vida” de Zezé Di Camargo e Luciano.

Como é o sentimento de levar mensagens de amor por meio da música em meio a atual situação do Brasil e do Mundo?

 A gente lida com a emoção, tenho o prazer de cantar com uma missão divina de tentar tocar o coração das pessoas, levando alegria, entretenimento.

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Qual o seu maior sonho?

Pode parecer frase feita ou demagogia, mas é o meu maior sonho: a paz no mundo. Sonho em um dia ligar a TV e não ver notícias sobre atentados, crianças morrendo, pessoas se refugiando e arriscando a própria vida em nome de um lugar de paz para sobreviver, fugindo da guerra. Guerra é o inferno, o verdadeiro inferno. Isso não é de Deus! Eu sonho com um mundo com Deus!

Quais são suas inspirações para sua construção como cantor e como ser humano?

Minha família em primeiro lugar. Também gosto de ouvir histórias de amigos, conhecidos, ler livros, assistir filmes. No momento, estou lendo “O orfanato da Srta. Peregrine”. Li um livro com a biografia de Elvis Presley e adorei. Quando posso, vou assistir grandes espetáculos musicais nos EUA, ouço músicas nacionais e  internacionais, assisto todo tipo de DVD.

Você tem alguma mania? Se sim, qual? 

Infelizmente, roer unhas.

O que mais você odeia que façam com você? 

Que não cumpram com a palavra.

Sabendo da influência que você tem em relação aos jovens, quais foram as lições mais importantes que a vida te ensinou?

O de ser verdadeiro, de respeitar o próximo, de não ter vícios, de respeitar os meus pais, de manter amigos verdadeiros…

Como você acha que seria o mundo sem música?

Não seria. A música nasceu com a natureza, com o canto dos pássaros, o balançar do vento nas árvores, o sopro da brisa, as ondas do mar quebrando… A música está na natureza e nos inspirou a cantar…

Se você pudesse ser outro famoso? Quem você seria, e por quê?

Justin Timberlake, porque ele é um artista completo, canta, dança, toca, interpreta…

Do O Que Que Há?
Edição: News Luan Santana

 

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