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Luan Santana fala sobre lives e adianta: “Já estou com mil ideias pra próxima”
Publicado 04 de maio às 12:16h

Com shows e planos para iniciar sua carreira internacional adiados por conta da pandemia do Covid-19, Luan Santana, que está aproveitando os dias ao lado da família e da noiva, Jade Magalhães, conversou com o G1 e falou um pouco sobre sua live realizada no último dia 26 e adiantou: “Já estou com mil ideias pra próxima”.

Confira a entrevista completa!

Você sempre quis cantar para cada vez mais gente… Mas pela primeira vez na carreira, você tem que lidar com o que a gente vive agora, de fazer algo legal, mas sem aglomeração. Como você fez sua live pensando nisso?

Esse foi o principal desafio, né cara? Apesar que esse momento é um momento muito íntimo que a gente vai entrar na casa das pessoas e que elas estão juntas, a família está junta e precisa se sentir abraçada pela nossa música. O importante é fazer isso e regado às doações, ao lance de ajudar as pessoas. Falando de cenário e de estrutura, é o jardim da minha casa. O cenário é todo natural, ao invés de usar leds, equipamentos de iluminação e de projeção de efeito especial… eu usei só coisas naturais, com as flores e tal. E pra captação de vídeo não sei te dizer quantas pessoas tinha, mas foi o mínimo possível pra uma transmissão de imagem com qualidade de som e imagem.

Uma coisa que é comum nas lives é que as famílias ajudam. Aconteceu com o Dennis DJ, com Sandy & Junior… Como a sua família te ajudou?

No meu caso, foi o meu roadie, né? Aquela pessoa que fica levando toalhinha, água, todas as coisas… Minhas roadies foram a Jade e a Bruna, minha irmã. Na churrasqueira, fazendo um churrasquinho pra gente, estava o meu primo. A minha mãe também ficou fazendo umas outras coisas ali. É muito importante a gente passar um bom exemplo, além de cuidar dos nossos, né cara? Eu acho que a gente passa por um momento bem delicado que a gente tem que pensar certinho, antes de fazer as coisas. Eu já estou com mil ideias na minha cabeça pra próxima.

Você teve chance de ver muitas lives, antes de fazer a sua. E você viu lives com aglomeração, viu várias ideias sendo postas em prática… Você viu bem o que cada artista estava fazendo para pensar no que poderia funcionar ou não?

Eu acho que a live, esse gênero, esse modo live é uma oportunidade de a gente ser a gente mesmo. É algo que eu sempre pensei: “eu preciso ser eu mesmo”. Quem eu sou? O que é que eu vou falar? Qual vai ser o meu discurso? Que sentimento eu vou passar, vai ser de uma coisa engraçada, vai virar vários memes cômicos… O que eu quero transmitir? Pensei em estar ali com minha família e no máximo dois músicos. Quero evitar aglomerações, me divertir acima de tudo. A gente separou um repertório de 52 músicas e vamos ver se a gente estende. E aí no meio da live, eu falei “Depois de cinco minutos, vou voltar”. Era como se fosse um clube secreto, ali, sabe? Voltamos sentados, com a imagem paradinha ali, só fazendo um modão que é algo que faz parte da minha infância e da minha formação musical. Foi muito genuíno e sincero.

Sua primeira live foi uma live gospel no Instagram. Por que você decidiu fazer essa primeira live com músicas religiosas?

Foi naquele primeiro momento, né cara? Em que a pandemia se espalhou e todo mundo começou a ficar em casa. Se não me engano, eu acho que eu fui o primeiro que fez live, no Instagram. E aí eu falei: “O que as pessoas precisam agora, como a gente pode ajudar, qual a forma mais efetiva de chegar no coração das pessoas e acalmar todo mundo, né?” Hoje em dia, não que esteja calmo, mas as pessoas já entenderam. Eu falei: “As pessoas precisam de calma. Eu quero chamar alguém que passe calma, paz pras pessoas que vão ver”. Eu sou um grande amigo do Padre Fábio, né? Foi o primeiro nome que eu liguei. Logo depois, liguei pro Deive Leonardo e pro André Valadão [pastores]. E foi uma comoção essa live. Tanto pra mim, quanto pras pessoas que assistiram. Porque foi emocionante, eu acho que foi de muito bom tom assim e as pessoas tiraram muito proveito das coisas que a gente disse, das músicas que a gente cantou. Causou um efeito muito lindo.

Como é a sua ligação com música religiosa. Tinha costuma de ir a cultos, missas na infância e na adolescência? Qual sua ligação com música cristã?

Minha ligação é total, cara. Antes de eu começar a fazer show, antes de ter uma carreira, eu tocava na igreja, eu aprendi a tocar violão pra tocar na igreja. Então, eu conheço muita coisa de música religiosa. Não é algo que é fora do meu mundo.

O que você quer fazer na segunda live? O que acha que tem que repetir e quer fazer de mais diferente na segunda vez?

O meu sonho era conseguir juntar os meus músicos, cara. Juntar, mesmo que separados. Eu falo de bateria e todo mundo que costuma fazer os shows comigo na estrada. Eu estou tentando achar um jeito. Antes de te ligar, eu tive uma outra ideia que me veio na cabeça. Mas estou naquela fase de brainstorm ainda comigo mesmo. Pensando em algum jeito de ser diferente das outras lives e que se encaixe dentro do que a gente precisa hoje em dia que é de evitar aglomeração e tal.

Você tem visto muita live, até quem não via muito show na TV está vendo, então imagino você que já acompanhava tanto… Quais você gostou mais?

Uma que eu adorei foi a da Ivete, da Sandy & Junior, eu também adorei. Eu estou vendo todas e tenho gostado muito. Porque ali eu vejo muito o artista sendo ele mesmo, sabe? Sem nenhuma carapuça, sem nenhuma armadura, não tem edição. É no “entre” das coisas que a gente conhece a pessoa.

Falando do seu Instagram, queria saber por que você escolheu aquele trecho do Manoel de Barros?

Eu acho que tirei, cara, essa bio aí. Mas era “Uso a palavra para compor meu silêncio”. Acho que tem tudo a ver com compositor isso aí. Eu que gosto de escrever, que eu faço a maioria das minhas músicas. Eu acho que é no silêncio que você acaba fazendo a música, que a inspiração vem. Eu uso a palavra para compor o meu silêncio. Tinha tudo a ver com a minha história. Eu já troquei, mas eu gosto muito de ler. Agora estou estudando espanhol, lendo pra praticar. Estou também lendo outro que chama “O nome do vento”, eu tô no segundo, né? Chama “O temor do sábio”, que é uma trilogia [saga “A Crônica do Matador do Rei”, do americano Patrick Rothfuss].

Eu lembro que você era muito fã de Harry Potter, quando era mais novo, né?

Eu ainda sou, cara. Eu acho a filosofia do Harry Potter incrível, incrível mesmo. Quando a gente para e analisa a fundo a história e o que ela pode significar pra gente, é uma história muito mais complexa do que as pessoas acham. Então, é algo que eu gosto muito até hoje.

Voltando ao espanhol, esses livros que você falou são de ficção ou livros didáticos para estudar o idioma?

Eu tenho dois livros aqui e ainda não comecei nenhum deles. Um é de terror, mas esqueci até o nome, cara. Mas é um terror antigo. E o outro é um romance que eu também não me lembro do nome. Mas é de forma mais didática. O meu objetivo principal é aprender a língua. Os livros não devem ser tão legais assim, não. Pela capa, né? Se bem que não se pode julgar pela capa. [risos] Ainda vou experimentar.

Agora tenho que te perguntar se estudar espanhol tem a ver com carreira…

Eu estou recebendo muitos convites, propostas, tanto de artistas, quanto da parte de administração de carreira e tal, de gravadoras. Já tivemos boas conversas, pelo menos umas três idas pra Miami, pra fazer reunião e tal. E as pessoas demonstrando muito interesse. E vi a necessidade de me preparar. No inglês, eu sou um pouquinho mais avançado do que o meu espanhol [o único single em inglês da carreira, “Best day of my life”, foi trilha da Olimpíada do Rio]. Então eu quis pelo menos igualar o espanhol com o meu inglês, pra depois aprender as coisas de fato.

Quais planos você interrompeu e o que fez para repensar?

Essa aí era uma né, cara [carreira internacional]. Essa ida pra Miami era para fechar algumas coisas.

Você estava com passagem comprada, teve que desmarcar viagem?

Eu estava com passagem comprada pro Kentucky [estado americano]. A gente ia fazer uma publicidade lá nos Estados Unidos, numa fábrica de uísque… A gente ia aproveitar e fazer uma reunião na Flórida [estado onde fica Miami] para já adiantar as coisas. Mas daí a viagem foi cancelada por causa da pandemia e até agora não marcamos de novo.

Você aproveitou essa pausa para pensar em versões das suas músicas para o espanhol ou inglês? Talvez as suas mais românticas tenham a ver com esse mercado latino romântico.

É uma dúvida que eu tinha, mas é muito diferente pegar “Meteoro” e transformar em outra língua não é tão simples, né? As pessoas têm outro tipo de formação musical lá fora. Então, não são todas as músicas que eu já gravei que é só gravar em outra língua, só traduzir que vai dar certo. É mais uma questão entre produtor e artista, de ver caminhos, descobrir um som que seja diferente, que as pessoas gostam. É muito mais complexo do que simplesmente pegar minhas músicas e transformar em outra língua.

Do News Luan Santana

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