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Luan Santana abre o coração em entrevista e revela: “Estava numa onda de tomar remédio para dormir”
Publicado 16 de agosto às 13:20h

Luan Santana recebeu a jornalista Giulianna Campos, da revista QUEM, em sua mansão em São Paulo, para uma entrevista exclusiva. Durante o bate-papo, o cantor abriu o coração e confessou: “O artista tem essa cobrança de ter que estar sempre sorrindo. Isso é bem difícil”. 

Confira a matéria completa!

Conheço o Luan há quase 8 anos. Fui eu quem escrevi a primeira matéria de capa dele na QUEM, quando a revista ainda era impressa. Ele já tinha estourado com Meteoro da Paixão, já estava famoso nacionalmente, mas eu, particularmente, não conhecia muito de seu trabalho. Entretanto, depois daquele nosso primeiro encontro — éramos tão “maduros”, que no final da entrevista, a gente já estava jogando almofadas um no outro —  que passei a admirá-lo como cantor e pessoa.

De lá pra cá, tenho acompanhado de perto seus passos e seu crescimento. Perdi as contas de quantos shows de Luan Santana já fui. Já estive na gravação de um super DVD na Arena Maeda, Itu; num outro mais intimista, só para convidados, num estúdio em São Paulo e no mais recente e megalomaníaco, Viva, em Salvador. Fui eu quem dei, com exclusividade, o furo do namoro dele com a Jade, lá em 2012. Também já dei a notícia do término dos dois e depois, da reconciliação. Já entreguei troféu do Prêmio QUEM a ele. Já vi mudá-lo de corte de cabelo mais de 20 vezes. Já apresentei minha mãe e irmã pra ele. Já fui apresentada a seu pai, mãe, irmã, segurança, assistente pessoal, personal trainer, cabeleireiro, assessora de imprensa… Já até segurei seu chiclete mastigado, quando ele, com pressa pra entrar ao vivo num programa de TV, colocou na minha mão. Já fizemos juntos uma reportagem no jatinho dele e tiramos um selfie sentados na asa do avião. Já vi ele fazer piada com meu nome e me chamar carinhosamente de Giu-jitsu, Giumelândia, Giugiu…

Com tanta intimidade assim, resolvi fazer uma entrevista diferente de todas as nossas outras, quase uma terapia mesmo! Para isso, fui até a nova casa dele, em São Paulo (fui a primeira jornalista a pisar lá), onde ele construiu e decorou sozinho (contou com a ajuda da família) um estúdio de música inspirado em Harry Potter e Senhor dos Anéis — seus filmes preferidos. Por falta de um divã, coloquei Luan no sofá da sala e tivemos uma longa conversa, profunda, reflexiva…

Falamos sobre o novo DVD — que será lançado na próxima sexta-feira (23), no Globoplay –, que traz à tona a ideia de que a tecnologia e as redes sociais têm distanciado as pessoas, as fazendo ver o mundo pela tela do smartphone. “Estava sentindo que ficava de cabeça baixa durante o dia (mexendo no celular) e esquecia de olhar para cima, para as árvores, para o céu”, avaliou ele. Fizemos um balanço desses 11 anos de carreira (muito bem sucedidos, por sinal) e até onde Luan pretende chegar — questão que ele vem pensando e repensando. “É o que estou te falando, não sei. Eu mudo muito de ideia. Mas se você me perguntar agora, agora eu quero cantar por muito tempo, quero ficar velhinho fazendo shows”, diz ele, que faz planos para desacelar, mas não agora.

Conversamos sobre sua ansiedade — por causa dela, Luan precisou tomar remédios controlados para dormir –, inseguranças e a cobrança de estar sempre bem. “Às vezes, a gente está ali no palco cantando o amor e sorrindo, e em casa aconteceu alguma coisa que está te deixando para baixo. Essa cobrança mata a gente!”, diz. E, obviamente, os planos de casamento com Jade, com quem namora (entre idas e vindas) há 10 anos. “Está mais perto do que antes. Tipo ano que vem, pode ser?!”, brinca.

No DVD Viva, você fala sobre os malefícios da internet, da tecnologia, das redes sociais. De onde tirou essa ideia?
A ideia do DVD veio antes da própria concepção do palco, de que seria algo grandioso. Queria falar sobre isso, do momento em que a gente vive hoje. Da tecnologia crescendo e estando cada vez mais presente nas nossas vidas em contraste com os momentos reais que, às vezes, a gente deixa de lado para poder viver momentos digitais. Por ser mais interessante a vida de outras pessoas, do que a nossa própria. É um assunto que a gente tem que falar cada vez mais. Por isso, decidi chamar esse projeto de Viva. Porque a gente tem que viver os momentos reais, focar no que realmente importa.

Mas isso aconteceu porque você se pegou neste momento muito conectado e não dando valor as coisas simples?

Estou ainda me policiando. Mas sou um cara que fico muito no celular, gasto muito tempo nas redes sociais e acabo, às vezes, esquecendo de prestar atenção no que está a minha volta. Estava sentindo exatamente isso, que estava ficando de cabeça baixa durante o dia (olhando o celular), e esquecia de olhar para cima, para as árvores, para o céu. Esquecia, não! Estou esquecendo ainda. Acho que essas mudanças não vem bruscamente. A gente tem que se policiar, impor limites pra gente mesmo. É o segredo.

E o que tem feito para mudar?

Tenho mania de, quando acordo, passar a mão no celular para ver se tem mensagens, entrar no Instagram. Aí, estou me policiando neste momento para ficar apenas 20 minutos na cama com o celular. Depois disso, só pego o celular à tarde, depois de algumas horas. Vou fazer minhas coisas, vou na academia, vou conversar com a minha mãe, vou viver!

E o que gosta de fazer nas redes sociais? Fuçar a vida dos outros, se inspirar…

Tudo isso a gente faz na redes sociais. A gente fuça na vida dos outros. Eu fuço moderadamente, mas fuço (risos). Costumo ficar muito tempo no Instagram rolando o feed. Acho que até por costume. A gente vicia por costume, nem queremos estar ali, só que é tão automático o dedinho passando pra cima, que a gente continua. Eu dou menos likes do que gostaria. Acho que é importante a gente comentar as fotos de outras pessoas que a gente gosta, que considera. Sou moderado quanto a isso também. 

Nas redes sociais postamos só a parte boa, a viagem, a foto com filtro, o cachorrinho. E acabamos achando que a grama do vizinho é mais verde…

São frações de momentos de vida que a gente posta. Às vezes, a gente pega a fração de um momento de outra pessoa e acha que a vida inteira dela é daquele jeito. Eu me comparo, sim! Olho alguém que está viajando para um lugar lindo, e eu cheio de trabalho, coisas para fazer, aí falo: ‘A vida dele é muito melhor do que a minha’. São momentos de fraqueza. As redes sociais também têm esse lado, por isso que temos que nos policiar bastante. A gente acaba se influenciando por ver algo e pensar que estamos num caminho errado. Depois você vê que seu caminho está certo, que você tem que confiar em você mesmo. Não se deixar influenciar pela vida de outras pessoas.

Mas você não é uma pessoa que posta muito sua vida, né?

A galera do escritório me cobra muito para fazer mais Stories, dizem que mostro pouco a minha vida. Eu sou o espião, o stalker, e acabo esquecendo mesmo (de postar). Não tenho muito o costume de fazer uma coisa aqui e parar para pegar o celular e registrar aquilo. Se eu mostro é porque lembrei de mostrar. Não tenho essa necessidade de mostrar. Tem gente que tem aquela pira de mostrar o que está fazendo, o que comprou, onde está. O fato de não mostrar muito minha vida tem mais a ver com a minha personalidade, com meu jeito, do que qualquer outra coisa. Eu sou assim, não tenho a iniciativa. Às vezes isso é bem ruim, porque quando passa aquele momento eu falo: ‘Putz, devia ter filmado para mostrar pra galera’.

O que te faz desconectar?

Pescar é uma coisa que gosto muito de fazer, me sinto de volta às minhas raízes. Porque tive uma infância muito de campo, de pisar de pés descalços na terra, de jogar bola. Me considero um felizardo de ter vivido isso. Toda vez em que volto para isso, para minhas raízes, me faz bem. É muito importante para não esquecer de onde vim. Volto para minha essência. Esses dias fiz um show em Jaraguari, que é a cidade dos meus pais, onde eu passei meus melhores momentos de infância. Cidade com 5 mil habitantes no Mato Grosso do Sul. Nunca mais tinha voltado lá depois de tudo o que aconteceu (após ter estourado com Meteoro da Paixão, em 2009). Foi incrível!

Você acaba de completar 11 anos de carreira. Quando olha pra trás, que filme passa na sua cabeça?

O filme que passa na minha cabeça é onde eu quero chegar. Até onde eu quero ir. Será que eu quero ficar velhinho cantando? Será que eu quero mais um tempo e já está bom? Desacelerar? Estava até falando com meus pais sobre isso, converso com a Jade também. A gente é ser humano, tem momentos. Pensamos uma coisa uma hora e depois, pensamos outra. Quando eu paro para avaliar esses 11 anos – claro, que sou muito feliz com toda experiência que vivi, tudo que represento para as pessoas — sempre penso até onde quero levar isso!

E até onde você quer levar?

É o que estou te falando, não sei. (risos). Eu mudo muito de ideia.

Mas e agora? O que você quer agora?

Agora? Caramba! Agora eu quero cantar muito tempo, quero ficar velhinho fazendo shows. Claro que depois de um tempo de carreira, a gente pode se dar ao luxo de tirar o pé (do acelerador). Isso é uma coisa que me conforta. Mas ainda não estou conseguindo.

Porque não consegue? Acredito que não é pela parte financeira…

Não é problema financeiro, não. É uma coisa que parte de mim. Acho que vou sentir a hora que for para desacelerar. É realmente porque não quero. Porque já daria, né?! Mas ainda tenho muita força, muito gás para mostrar as coisas, mostrar mais de mim.

Durante sua adolescência, você estava trabalhando, fazendo shows, batalhando para viver de música. Sente que perdeu alguns momentos “normais” e tem vontade de voltar atrás?

Até um tempo atrás, tinha essa vontade de, sei lá, voltar no tempo e aproveitar o que não aproveitei, sabe?! Essas coisas de jovem. Mas depois de um tempo, a gente começa a entender quem realmente a gente é. E eu não sou muito disso. Acho que, mesmo que não tivesse estourado com Meteoro em 2009, eu não seria um cara que sairia muito, que viveria em festa. Por saber quem eu sou, minha personalidade. E a gente só se conhece com o tempo, com as experiências de vida. Hoje, não sinto falta disso, não. Não acho que eu perdi muito. Acho que ganhei muito mais! Há momentos em que vejo as pessoas indo (viajar com amigos), mas não dá mais para ir como alguém anônimo, normal. Aí, a vontade vem e logo passa. Porque tenho consciência de tudo o que estou construindo, do que já construí e do que vou construir. Isto para mim é o que vale a pena!

Você ainda tem inseguranças com a sua carreira?

Sou muito mais seguro do que antes, mas ainda tenho minhas inseguranças. A insegurança é do ser humano. O artista precisa da sensibilidade. Às vezes, as coisas frias e pesadas do mundo acabam atrapalhando muito esse lance do lado criativo, da inspiração, e a gente não consegue separar as coisas. Isso acaba ocasionando a insegurança. O artista tem que estar bem, ele tem essa cobrança. Estava até falando com o Padre Fábio de Mello esses dias. O artista tem essa cobrança, mesmo que involuntária, de estar sempre bem, de estar sempre sorrindo. Isso é bem difícil. Porque, às vezes, a gente está ali no palco cantando o amor e sorrindo, falando ‘joga a mão no céu’, e em casa aconteceu alguma coisa que está te deixando para baixo. Ou no próprio trabalho aquilo está te puxando contra. E você precisa vestir o personagem, estar bem. As pessoas não têm culpa, elas vieram aqui para me ver e querem me ver bem. Essa cobrança mata a gente, é bem complicado.

Você tem arrependimentos ou acha que tudo é um grande aprendizado?

Acho que no fim, tudo é um grande aprendizado. Hoje tenho muita certeza disso. Até coisas que vejo que foram meio sem graça, meio ruim que fiz, sei lá, alguma música… Até isso é aprendizado. Às vezes, a gente dá uma pirada no meio do caminho e até isso é legal porque é sua história. Seus monstros e seus anjos em conflito. Isso é do artista do ser humano, todo mundo tem os dois lados.

E do que você sente orgulho?

De muitas coisas, graças a Deus. Do DVD novo? Ah, isso é uma coisa com a qual fico inseguro. Não estou inseguro com o DVD, estou inseguro com o que você vai achar, com a aceitação…

Você é muito ansioso, Luan?

Sou muito ansioso. Inclusive, esses tempos aí, estava numa onda de tomar remédio para dormir, porque eu não estava conseguindo. É ruim isso, é uma vida que não te leva a lugar algum. Mas vai batendo um desespero porque vai chegando (a hora de acordar), e você vai olhando no relógio, pensando que precisa dormir. Estava nessa onda, mas consegui sair.

Você vive rodeado de muitas pessoas, tem uma rotina muito agitada. Em que momento para para refletir? Até onde seu pensamento vai?

O banho é bom para isso, para compor também é legal. Ter ideias, se inspirar, o chuveiro é o melhor lugar. Onde meu pensamento vai? Eu penso muito em trabalho. Muito mesmo, mais do que qualquer outra coisa. Em porcentagem, meu pensamento é 80% em trabalho. Acho isso errado, mas é uma coisa minha, fico tendo ideias, me remoendo por algo que fiz. É sempre trabalho, sou um cara muito focado, mas isso é bom só até certo ponto.

 
E como é viver com uma lupa em cima, tendo milhões de pessoas vigiando seus passos?
Acho que é difícil até certo momento da carreira. Esse lance da galera vigiando cada passo que você dá, acho que depois de certo tempo, basta você entender que é só ser você mesmo. Você sendo você, as pessoas automaticamente vão conhecer seu verdadeiro eu. E mesmo que te vigiem, que a lupa esteja te acompanhando, as pessoas vão ver exatamente o que elas conhecem, esperam. Você tem que ser muito sincero com seu público, com a imprensa, com todo mundo.
Você e Jade estão juntos há muitos anos. Pensam mesmo em casar?
Estamos há muitos anos. Temos planos pra casar, demais. Quando? Não sei ainda, mas está perto. Está mais perto do que antes.Tipo ano que vem, pode ser (risos)?! Não vou falar, não sei ainda, me deixa quieto (risos).

Mas você tem que pedi-la em casamento, fazer aquela surpresa. Já pensou no que vai fazer, se será algum bem lúdico?

Tem, né?! Penso isso aí. Estou pensando… Sou lúdico demais, tudo o que faço é lúdico, é vivendo em outro mundo. Tudo na minha vida, se você for ver, é lúdico. A série que eu assisto é lúdica, prefiro filmes que são de mentira aos de verdade. Acho que é de signo isso ai. A Fernandinha (Souza) já me falou isso. Ela diz que sou igual ao Thiaguinho: sonhador, que prefere o mundo imaginário do que o real. E eu sou assim. Por isso que muitos artistas são de peixes, porque precisam viajar…
Esta casa em que estamos é sua. Você já mora sozinho aqui?
Moro aqui às vezes, fico cinco dias e depois volto para casa (dos pais). Tudo é muito novo aqui, não está pronto. Fiquei um tempo maior quando estava gravando o DVD, fazendo as guias das músicas, produzindo. Depois fui para casa de novo. Não voltei mais aqui. Gosto do clima do estúdio, acho que aqui a gente acertou no lugar. Tem essa mata aqui atrás, o estúdio é todo decorado lindo, tipo a toca do Hobbit (risos). Mas não tive a sensação de sair de casa. Quero sair de casa só quando casar. A casa em que moro com meus pais e minha irmã é minha, mas quero sair quando casar.

Achei que a Jade, agora que terminou a faculdade em Maringá, já estava morando aqui com você…

Aqui é um refúgio. A Jade mora lá ainda, acabou de abrir uma marca de roupa, chama Amenize. Ela está muito feliz, animada. E o escritório é lá no Paraná. Mas vamos ver o que vai dar. Os planos são ela vir para cá. Dá para trazer o escritório pra cá, né?! Mas acho que não vamos morar aqui, porque vem músicos direto, compositores. Imagina a Jade aqui, ela desce e está cheio de gente?! Meio chato. Tem que ser um outro lugar. Quero arrumar do meu jeito, bonitinho. A gente até já conversou sobre isso, de sairmos juntos para comprar (os móveis). Acho que é gostoso, um momento que precisa, de fazer as coisas do nosso jeito. Vai ser muito gostoso isso ai.
Você já disse que sonha em ter filhos. Que tipo de pai quer ser?
Vou ser um pai muito coruja, muito carinhoso. Amo criança. Tenho uma afilhada, a Sofi, e acho incrível. Eu queria acompanhar o crescimento dela de perto. Ela é filha do meu tio, é minha prima, na verdade. Meu tio, irmão da minha mãe, é um cara dois anos mais velho que eu. Crescemos juntos em Jaraguari, brincando juntos, jogando bola. Mas (a criação dos filhos) é uma coisa com a qual me preocupo, principalmente no mundo em que vivemos hoje, complicadíssimo para criar uma criança. Fico com um pouco de medo disso. Mas quero ter dois filhos.
Na gravação do DVD em Salvador, você estava focadíssimo na dieta e malhação e chegou até a tirar a camisa no show. E agora, está conseguindo manter?
Dei uma relaxa agora. No DVD estava mais focado, tinha um objetivo. Mas dei uma pisada na jaca porque acho que ninguém aguenta ficar muito tempo na dieta restrita. Daqui a pouco volto de novo. Eu amo comer, tudo eu gosto. Tem que arregaçar quando está fora da dieta. Mas sou muito focado naquilo que decido fazer. Se tiver que comer só salada e frango, é só isso que vou fazer. Coloco na minha cabeça e vou até o final.

Deus é muito importante na sua vida, né? Você tem até um terço tatuado no peito…

Tenho um terço e esta aqui (ele mostra a tatuagem do triplo 7). O 777 é o número da perfeição na Bíblia, de Deus. Tenho uma relação muito próxima com Deus, sou um cara muito religioso. Vou muito menos do que gostaria à igreja, inclusive, estava falando com um amigo, pra gente ir naquelas células. Parece que é uma delícia, tem música.. Mas Deus tem um papel fundamental na minha carreira, nesses meus 28 anos de vida. Rezo muito. Deus é a razão de todas as coisas para mim, quando a gente se agarra em Jesus, em Deus, as coisas passam a ter mais sentido.

Esqueça o Luan Santana cantor, o showman, o famoso. Como é o Luan do dia a dia, a pessoa física?

Sou um cara sonhador, que ama a família, que ama as coisas simples da vida e está procurando, cada vez mais, ter tempo para viver essas coisas simples, para viver com as pessoas que amo. Sou esse cara tranquilo demais. Muito sensível, me inspiro fácil. Sou isso que você está vendo aí mesmo (risos).

E qual são seus sonhos?

Eu quero viajar o mundo, provar comidas novas, quero ver lugares novos, conhecer pessoas novas. Meu principal sonho é conhecer o mundo inteiro.
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